Um automóvel Porsche, um dívida de 30 mil euros, cartazes e mensagens pintadas nas paredes. Estes são alguns dos ingredientes da mais recente polémica que abalou o plantel do Atlético de Madrid, da primeira liga espanhola.
A história foi contada pelo diário espanhol Público e o guião é simples. Há alguns anos, Movilla (antigo central do Atlético, agora a jogar no Múrcia) vendeu um Porsche a Pablo Ibañez, então seu colega no clube madrileno. Como o veículo continuou em seu nome, o atleta do Múrcia viu-se agora confrontado com uma dívida de 30 mil euros à empresa de empréstimos através da qual comprou o carro. E reclama que Pablo lhe pague o dinheiro em causa.
Na semana passada, surgiram na Cidade Desportiva do Atlético de Madrid os primeiros sinais da cobrança difícil: numa parede junto ao parque de estacionamento dos jogadores foi pintada a expressão "Pablo Ibañez: Moroso/Traidor" [em castelhano moroso significa caloteiro]. E no início desta semana apareceram cartazes com a mesma mensagem.
Antes de se colocar a hipótese de haver um "cobrador do fraque" em acção nas instalações do Atlético - clube onde alinham os portugueses Zé Castro, Costinha e Simão - as mensagens ofensivas para Pablo Ibañez ainda colocaram em alerta os responsáveis dos colchoneros.
Os dirigentes ficaram preocupados com a possibilidade de o jogador estar a ser alvo de uma tentativa de extorsão ou de um ataque de algum adepto mais radical do clube madrileno - já que Pablo é pouco apreciado pelos apoiantes rojiblancos desde que, há dois anos, assinou um pré- -acordo com um candidato às eleições do arqui-rival Real Madrid.
Contudo, mal se soube que o motivo das mensagens era a cobrança dos 30 mil euros, os dedos logo apontaram para Movilla. Sem negar a existência da dívida, o defesa do Múrcia negou ser responsável pelas pinturas e cartazes. "Nada tenho a ver com isso, não faria sentido cobrá-ladesse modo", afirmou, citado pelo Público.
Enquanto o diferendo não se resolve, um porta-voz Atlético explicou que a direcção do clube já "ofereceu acompanhamento jurídico" a Pablo Ibañez, não querendo um maior envolvimento no caso, já que se trata de "um assunto entre particulares".
Quanto às pinturas e cartazes que povoam as instalações do clube - que, segundo o mesmo porta-voz, "surpreenderam mas não assustaram" - para já não foi feita qualquer denúncia às autoridades.
A história foi contada pelo diário espanhol Público e o guião é simples. Há alguns anos, Movilla (antigo central do Atlético, agora a jogar no Múrcia) vendeu um Porsche a Pablo Ibañez, então seu colega no clube madrileno. Como o veículo continuou em seu nome, o atleta do Múrcia viu-se agora confrontado com uma dívida de 30 mil euros à empresa de empréstimos através da qual comprou o carro. E reclama que Pablo lhe pague o dinheiro em causa.
Na semana passada, surgiram na Cidade Desportiva do Atlético de Madrid os primeiros sinais da cobrança difícil: numa parede junto ao parque de estacionamento dos jogadores foi pintada a expressão "Pablo Ibañez: Moroso/Traidor" [em castelhano moroso significa caloteiro]. E no início desta semana apareceram cartazes com a mesma mensagem.
Antes de se colocar a hipótese de haver um "cobrador do fraque" em acção nas instalações do Atlético - clube onde alinham os portugueses Zé Castro, Costinha e Simão - as mensagens ofensivas para Pablo Ibañez ainda colocaram em alerta os responsáveis dos colchoneros.
Os dirigentes ficaram preocupados com a possibilidade de o jogador estar a ser alvo de uma tentativa de extorsão ou de um ataque de algum adepto mais radical do clube madrileno - já que Pablo é pouco apreciado pelos apoiantes rojiblancos desde que, há dois anos, assinou um pré- -acordo com um candidato às eleições do arqui-rival Real Madrid.
Contudo, mal se soube que o motivo das mensagens era a cobrança dos 30 mil euros, os dedos logo apontaram para Movilla. Sem negar a existência da dívida, o defesa do Múrcia negou ser responsável pelas pinturas e cartazes. "Nada tenho a ver com isso, não faria sentido cobrá-ladesse modo", afirmou, citado pelo Público.
Enquanto o diferendo não se resolve, um porta-voz Atlético explicou que a direcção do clube já "ofereceu acompanhamento jurídico" a Pablo Ibañez, não querendo um maior envolvimento no caso, já que se trata de "um assunto entre particulares".
Quanto às pinturas e cartazes que povoam as instalações do clube - que, segundo o mesmo porta-voz, "surpreenderam mas não assustaram" - para já não foi feita qualquer denúncia às autoridades.






