O Conselho de Prevenção da Corrupção analisou as práticas de cerca de 700 entidades públicas e concluiu que o Estado está mal protegido contra a corrupção.
Estes organismos, que apresentam várias falhas, têm agora 90 dias para fazerem planos de gestão de riscos de corrupção e infracções.
O estudo revela que um número significativo de organismos não negoceia formalmente os termos dos contratos, não escreve os textos nem as minutas ou anexos dos acordos. Quando a tarefa é atribuída a gabinetes externos, a tendência é para descansar, com as entidades públicas a não controlarem os trabalhos a mais feitos em obras, por exemplo, nota a TSF.
O preço e a qualidade dos bens ou serviços são avaliados à posteriori, os conflitos de interesse não são manifestados por escrito e não se diz de forma explícita aos funcionários que os casos de corrupção são intoleráveis, continua o Conselho de Prevenção da Corrupção, que fará visitas oportunas às entidades gestoras de dinheiros públicos.
Este é o primeiro passo de uma grande revolução, segundo fonte daquele Conselho à TSF.






