O antigo ministro da Administração Interna de Cavaco Silva considera que a sua solidariedade para com o país é paga através dos impostos mas não se opõe a cortes nas subvenções, adiantou em declarações ao Dinheiro Vivo.
"Não tenho nada a opor que o PSD e o CDS avancem com cortes nas subvenções vitalícias", começa por dizer Dias Loureiro, acrescentando: "Não me esqueço que a minha contribuição, a minha taxa de solidariedade é paga através dos meus impostos e dos impostos das minhas empresas".
"Ao investir nas minhas empresas e ao criar postos de trabalho aqui, em Espanha e na Polónia, esse é o meu contributo para o país".
Dias Loureiro, que também foi ministro dos Assuntos Parlamentares de Cavaco Silva, adianta que se mesmo assim for necessário abdicar da sua subvenção enquanto recebe um ordenado no privado, abdica sem problemas. "Se o Governo acha que simbolicamente faz sentido cortar nas subvenções, não tenho nenhum problema com isso".
"Ao investir nas minhas empresas e ao criar postos de trabalho aqui, em Espanha e na Polónia, esse é o meu contributo para o país"






