O banco Lehman Brothers declarou falência a 15 de Setembro de 2008: Os credores do Lehman Brothers aceitam perdoar 85% da dívida do banco americano que ascende 328 mil milhões de euros. O mesmo é dizer que vão receber um valor aproximado a 15% do montante total da dívida reclamada.
O juiz responsável pelo caso decretou que o banco tem um activo de 48,5 mil milhões de euros para responder às exigências dos seus credores, que atingem os 450 mil milhões de dólares, cerca de 328 mil milhões de euros, relata o jornal espanhol El País.
Este plano de resolução conta com o apoio de 95% dos credores do banco, que foram apanhados naquela que é, até agora, a maior falência da história.
As negociações entre os gestores do banco (nomeados por um tribunal) e os credores começaram em Junho deste ano, altura em que Brian Marzal, actual director-executivo do Lehman Brothers, afirmou que o caso estava a “exigir empenho e senso comum” e a obrigar os envolvidos a “conciliar muitas posições que pareciam inconciliáveis”.
De acordo com um dos advogados que tem acompanhado o caso, Harvey Miller, o Lehman Brothers enfrenta sérios problemas e a resolução das disputas com os credores é “praticamente impossível”, diz ainda o diário espanhol.
O Lehman Brothers abalou o mundo financeiro em 15 de Setembro de 2008, ao delcarar falência, por não conseguir não cumprir o reembolso das dívidas que tinha para com os seus credores.






