O problema atinge famílias e promotores imobiliários e registou um crescimento de 17% em 2010.
O número de famílias e de promotores imobiliários que, no ano passado, se viram forçados a entregar os seus imóveis aos bancos por não conseguirem suportar os encargos com os empréstimos bancários atingiu os 6.900, mais 17% do que em 2010. Os números são da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), e revelam "uma tendência cada vez mais preocupante", alerta Luís Carvalho Lima, presidente desta entidade.






