Minhotos não compreendem posição do Fisco, que fala em dívida de 1,3 milhões de euros. Acções da SAD deixam de servir como garantia. Processo será contestado.
Os responsáveis do SC Braga mostraram-se perplexos face à posição assumida pela Direcção de Finanças de Braga, que notificou o clube, ameaçando avançar com uma penhora de 1,3 milhões de euros em créditos, referente a uma dívida de IRC relativa ao exercício de 2004.
O SC Braga está, contudo, determinado e empenhado em contestar esta acção executiva, questionando mesmo os motivos que levam o emblema minhoto a deixar de poder apresentar como garantias as acções da SAD - situação que se verificava até há dois meses - para passar a ter de prestar garantias bancárias.
«É no mínimo estranho que numa altura em que o clube está mais valorizado do que nunca, tendo atingido um patamar invejável e sido, inclusive, considerado como o que mais progrediu em 2011, as acções da SAD deixem de servir como garantia», sustenta fonte do clube, mantendo que é intenção do SC Braga «honrar, como sempre honrou, todos os seus compromissos e obrigações junto de qualquer instância, como é apanágio do clube», isto sem embargo de manter uma posição firme no que diz respeito à contestação de uma dívida que remonta a uma gestão anterior à de António Salvador.






